Divulgando: Concurso Público para Professor de Educação Infantil _ Prefeitura de São Paulo / SME



24 de outubro de 2014


SME / SP - Autorizada a Realização de Concurso Público - Professor de Educação Infantil Prefeitura de São Paulo autoriza a realização de Concurso Público de ingresso para o provimento de 600 cargos vagos de Professor de Educação Infantil Of. 1058/2014-SME-G (DOC 26.326/2014 – TID 12.680.515) - Secretaria Municipal de Educação - Pedido de autorização de abertura de concurso público de ingresso para provimento de 600 cargos vagos de Professor de Educação Infantil. - À vista dos elementos de convicção que instruem o presente expediente, especialmente as justificativas expostas pel a Secretaria Municipal de Educação às fls. 01/02v, acolhidas pela Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão, consoante manifestação de fls. 14/15, que evidenciam a necessidade de suprir as vagas existentes nos módulos das unidades educacionais da Rede Municipal de Ensino, e considerando, ainda, os pronunciamentos favoráveis da Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão (fls. 16/18) e da Secretaria Municipal de Finanças e Desenvolvimento Econômico (fls. 20/24), no que concerne aos aspectos orçamentário-financeiros, que demonstram estar a solicitação conforme as disposições da Lei Orçamentária 15.950/2013, dos Decretos 54.768/2014 e 54.851/2014, bem como da Lei Complementar 101/2000, AUTORIZO a abertura de concurso público de ingresso para o provimento de 600 cargos vagos de Professor de Educação Infantil. Publicado no DOC de 15/10/2014 pagina 04 A remuneração da categoria pode chegar a R$3.075,53, para uma jornada de 30 horas semanais. O valor inclui o salário, de R$2.345,17, e, benefícios, como auxílio-refeição, no valor de R$296,12 (média de 22 dias), auxílio-transporte de R$177,12 e vale alimentação, no valor de R$257,12. Alguns profissionais ainda contam com gratificação de difícil acesso, que pode variar de R$84,21 a R$140,34.

Divulgando: Concurso Público para Professor Educação Básica II _ Prefeitura de São Bernardo do Campo




Concursos Públicos Concursos Públicos em Andamento 24/10/2014 São Bernardo do Campo - Professor Educação Básica II - Até 13/11/2014.
O Departamento de Gestão de Pessoas do Município de São Bernardo do Campo, publicou o Edital Nº 05/2014 de Concurso Público para preenchimento de cargos públicos de Professor II - Professor de Educação Básica, do quadro de pessoal do Município. O Concurso Público será executado pelo Instituto Brasileiro de Administração Municipal – IBAM.
Das Vagas: Professor II de Educação Básica - Disciplina ARTES (38), CIÊNCIAS (09), GEOGRAFIA (9), HISTÓRIA (5), INGLÊS (7), MATEMÁTICA (14), PORTUGUÊS (14). A jornada de trabalho do Professor II de Educação Básica – Artes será definida (24 ou 30 horas semanais) no momento da atribuição, estando, a escolha, vinculada às necessidades da Secretaria Municipal de Educação. A remuneração é de R$ 1.921,63 (24 h) e de R$ 2.402,10 (30 h). Os aprovados farão jus a auxilio alimentação. As inscrições ficarão abertas exclusivamente pela internet no período de 27/10/2014 a 13/11/2014 pelo site: www.ibamsp-concursos.org.br. O candidato deverá optar somente por um cargo. A taxa de inscrição é de R$ 71,00 (vencimento do boleto 14/11/2014).
A seleção dos candidatos será realizada através de: Provas objetivas de caráter classificatório e eliminatório. Provas de Títulos de caráter classificatório para todos os candidatos habilitados nas provas objetivas.
A aplicação das provas está prevista para o dia 07/12/2014, com duração de três horas e meia e terão a seguinte composição: Língua Portuguesa (15), Conhecimentos Gerais (10) e Conhecimentos Específicos (25).

Mudanças




Boa Noite, queridos leitores! Já estava com saudades de todos vocês. Há alguns dias não estou escrevendo no meu blog, devido a mudanças na minha atuação profissional. Mas agora tudo se normalizou e então voltarei a dar a devida atenção para o mesmo. Também quero comunicar uma importante mudança, a partir de hoje o blog terá o título: Cantinho da Educação. Sabemos que a área da Educação é bastante ampla, por isso resolvi abrir novos horizontes e falar sobre diversos temas da Educação Basica. Um forte e afetuoso abraço! Melina Lelis.

Aulas Hospitalares no México



21 de julho de 2014


Fecha Publicacion:2014-07-15 ,Ciudad:Chihuahua

Masnoticias/Chihuahua.-  Pacientes con enfermedades crónicas como cáncer, insuficiencia renal, diabetes, fibrósis quística y pacientes de la Unidad de Quemados de niveles de estudios  preescolar, primario y secundario, poseen el derecho de continuar con su formación académica durante su permanencia en el hospital.


Lo anterior fue manifestado en la Carta de los Derechos de los Niños y las Niñas en el año 1986 por el Parlamento Europeo, esta carta dotó de derechos a las personas menores de edad, misma que continúa vigente, ya que fue tomada por la UNICEF y llevada a los demás países para su cumplimiento.


En la ciudad de Chihuahua inicia el programa “Sigamos aprendiendo” alrededor del año 2009, bajo la inquietud de un médico cuyos servicios eran prestados en ese entonces para el Hospital Infantil. Preocupado por la “muerte social” que muchos de los menores padecían al ser hospitalizados -incluso por meses- se dio a la tarea de crear un área que evitara el retraso escolar del cual eran objeto.


El Gobierno del Estado a través de la Secretaría de Salud, monitorea dicho programa y observan con agrado que el proyecto resulta ser un éxito. Es así como en el año de 2012 se decide crear un Aula Hospitalaria también en el Hospital  General “Salvador Zubirán Anchondo”.


El protocolo al recibir un paciente menor de edad, inicia cuando la enfermera reporta el ingreso del infante a la maestra asignada al área escolar, ésta conversa con los familiares para conocer el grado que el niño cursa y hacer de su conocimiento el derecho que tiene el niño de continuar con sus estudios.


A la fecha en el Hospital General, en el espacio educativo se han atendido en lo que va del año a 43 pacientes del la Unidad de Quemados, 143 pediátricos y 106 pacientes oncológicos. Estas acciones han redundado en una mayor confianza de los padres de familia quienes ven como el estado anímico de su hijo se incrementa, gracias a una mejor calidad en el trato y atención integral que brinda el personal de salud hacia los pacientes.

 



      

A Importância do Brincar na Infância.



26 de junho de 2014


Artigo por Nagela Francisca do Carmo - quinta-feira, 17 de abril de 2014. A Importância do Brincar na Infância. “O brincar está presente em diferentes tempos e lugares e de acordo com o contexto histórico e social que a criança está inserida. A brincadeira é recriada com seu poder de imaginação e criação.” (SILVA; SANTOS, 2009, p.08). Brincar é essencial na vida da criança, é na brincadeira que criança se apropria daquilo que percebe na realidade, pois quando a criança está brincando, ela aprende a lidar com complexas dificuldades da vida, por isso a ludicidade é de extrema importância no contexto educacional por contribuir no processo de aprendizagem do educando, como nos aponta Seber (1995, p. 53) A criança se empenha durante o brincar da mesma maneira que se esforça para aprender a andar, a falar, a se desinibir, a comer. Esse esforço é tão intenso que, às vezes, ela fica concentrada na atividade e em escuta quando alguém a chama. Essa mobilização presente nas condutas, lúdicas, por si só, deveria servir-no como indicativo a respeito da importância que elas têm para as próprias crianças. As atividades lúdicas é identificada como espaço privilegiado de emergência de novas formas de entendimento do real e que, por sua vez instaura espaços para o desenvolvimento de vários sentidos de quem brinca. Através da atividade lúdica a criança tem a possibilidade de vivenciar fantasias as quais, na maioria das vezes, está relacionada com seu cotidiano, assim o simples ato de brincar contribui com o seu desenvolvimento pessoal. Almeida (1995, p. 41), ressalta que: A educação lúdica contribui e influencia na formação da criança, possibilitando um crescimento sadio, um enriquecimento permanente, integrando-se ao mais alto espírito democrático enquanto investe em uma produção séria do conhecimento. A sua prática exige a participação franca, criativa, livre, crítica, promovendo a interação social e tendo em vista o forte compromisso de transformação e modificação do meio. A criança ao brincar se envolve muito com o mundo da representação e, a partir desse movimento ela passa a compreender melhor o meio em que vive e este contribui para o seu desenvolvimento como sujeito. Tal perspectiva possibilita à criança ter novas experiências, desenvolver capacidade de organização, compreensão, busca de soluções para seus problemas, além de relacionar-se, expressar-se de forma autônoma. Segundo Cunha (2007, p. 23). O pensamento da criança evolui a partir de suas ações, razão pela qual as atividades são tão importantes para o desenvolvimento do pensamento infantil. Mesmo que conheça determinados objetos ou que já tenha vivido determinadas situações, a compreensão das experiências fica mais clara quando as representa em seu faz-de-conta. É através da brincadeira que à criança passa a expressar diferentes sentimentos, podendo melhorar as relações afetivas, cognitivas, psicomotoras e culturais e também contribui na construção do desenvolvimento corporal, na noção de espaço, tempo e lateralidade. Para Carneiro e Dodge (2008), o brincar permite o exercício contínuo do aprender a conhecer, pois, brincando, a criança conhece o mundo nas múltiplas interações que estabelece com ele, uma vez que, para desenvolver-se, é necessário que ela se envolva em atividades físicas e mentais. Aprende, também, a relacionar as coisas e a ir além dos princípios gerais que as envolvem. Constrói conhecimentos e adquire novas informações. No mundo atual o brincar acontece diferentemente do tempo dos nossos avós e pais, pois com as tecnologias vão surgindo novas formas de brincadeiras, como os jogos eletrônicos e as brincadeiras tradicionais como amarelinha, bandeirinha, cantigas de roda entre outras, caem no esquecimento ou são desconhecidas pelas crianças da atualidade, essa nova forma de brincar pode contribuir para falta de movimento que é necessário nesta fase, pois o ato de movimentar contribui com o desenvolvimento físico, psicomotor e social da criança. Piaget (1975), aponta que a escola deve partir dos esquemas de assimilação da criança, propondo atividades desafiadoras que provoquem desequilíbrios e reequilibrações sucessivas, promovendo a descoberta e a construção do conhecimento. Para o autor, a atividade lúdica, tão importante para a saúde mental do ser humano, é um espaço que merece atenção dos pais e educadores, pois é o espaço para expressão mais genuína do ser, é o espaço e o direito de toda a criança para o exercício da relação afetiva com o mundo, com as pessoas e com os objetos. Conforme Oliveira (2006), para Piaget, o jogo é essencial na vida da criança, pois prevalece a assimilação. No jogo, a criança se apropria daquilo que percebe da realidade. Defende que o jogo não é determinante nas modificações das estruturas sociais, mas pode transformar a realidade de quem joga. Segundo Rodrigues (2009, p.19) O brincar é um importante processo psicológico, fonte de desenvolvimento e aprendizagem. Ele envolve complexos processos de articulação entre o já dado e o novo, entre a experiência, a memória e a imaginação, entre a realidade e a fantasia, sendo marcado como uma forma particular de relação com o mundo, distanciando-se da realidade da vida comum, ainda que nela referenciada. A brincadeira é de fundamental importância para o desenvolvimento infantil, na medida em que a criança pode transformar e produzir novos significados. O brincar não só requer muitas aprendizagens como também constitui um espaço de aprendizagem. Neste sentido, o brincar permite à criança expressar diferentes sentimentos, podendo melhorar as relações afetivas, cognitivas, psicomotoras e culturais e também contribui na construção do desenvolvimento corporal, na noção de espaço, tempo e lateralidade. Por tais motivos, entendemos que as atividades lúdicas são recursos indispensáveis na educação infantil.

Desafio da Educação: O Analfabetismo no Século 21




Artigo por Joelma de Medeiros Ramos - sexta-feira, 18 de abril de 2014 Desafio da Educação: O analfabetismo no século 21 Estamos em pleno século 21, contudo, ainda é preocupante o rumo da educação no Brasil e no Mundo. Isso porque ainda é alto o índice de analfabetos em nosso país, conforme o 11° Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos, divulgado em janeiro de 2014 pela Unesco, o qual revela que o Brasil tem 13,9 milhões de analfabetos adultos, segundo levantamento feito entre 2005 e 2011. Isso faz com que o País esteja na 8ª posição entre os dez que concentram a maior parte (72%, no total) do número de analfabetos adultos do MUNDO, que é de 774 milhões, junto com Índia, China, Paquistão, Bangladesh, Nigéria, Etiópia, Egito, Indonésia e República Democrática do Congo (Fonte: G1 Educação). E o que nos deixa mais decepcionados e preocupados é sabermos como o próprio sistema educacional em nosso país continua falido e diariamente faz com que esse índice aumente ainda mais, tornando crianças, jovens e adultos analfabetos funcionais (embora alfabetizados, são incapazes de interpretar o que lê e de usar a leitura e a escrita em atividades cotidianas, impossibilitando seu desenvolvimento pessoal e profissional). Fico então a pensar como o Brasil – país em pleno desenvolvimento – e que tanto precisa de pessoas e profissionais qualificados para estar no mercado de trabalho, continue tão fragilizado em sua estrutura – a educação. Não é a toa que as empresas estão com dificuldade em encontrar talentos (funcionários) preparados para assumir postos de trabalho. E na tentativa de reter as “pratas da casa”, fazem uso dos treinamentos internos e também da implantação das Universidades Corporativas para desenvolver suas competências técnicas, atitudinais e comportamentais. Tudo isso para suprir o déficit de mão-de-obra especializada. Perceba, portanto, quando as bases da educação no ensino regular estão comprometidas, todo o resto da pirâmide de desenvolvimento pessoal e profissional também sofrerá as consequências para o desenvolvimento social e econômico. Como diz o escritor americano Alvin Tofler, "o analfabeto do século XXI não será aquele que não consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender, e reaprender". É a mais pura realidade, pois se pensarmos a educação e o aprendizado ao longo da vida; logo entenderemos que a importância destes elementos são importantes não só na escola, mas também em família, nos cursos, nas conversas informais, nos relacionamentos estabelecidos, na igreja, na faculdade, no trabalho, enfim...nos diversos espaços. Mas, será que as nossas crianças, jovens e adultos estão sendo preparados ou foram formados nessa concepção de aprendizagem ao longo da vida, e que o aprender, desaprender e reaprender fazem parte da nossa formação humana? Acredito que não, embora saibamos do trabalho de muitos educadores incansáveis que são comprometidos com seu ofício e pela qualidade da educação, e que por isso estão dia após dia refazendo o seu jeito pedagógico, visando num futuro ainda distante ver outra realidade sobre o analfabetismo em nosso país. O que nos resta é termos serenidade e pés no chão de que os rumos da educação em um País depende e muito da gestão – seja dos governantes, como também da direção em cada espaço educacional. Acredito que a sociedade também não pode se abster em realizar a sua parte em contribuir para que essa realidade mude, seja reivindicando seus direitos, participando mais da rotina escolar, realizando pesquisas, participando de debates com educadores e pesquisadores, sobretudo, escolhendo bem seus representantes para o Governo durante o voto nas Eleições Eleitorais.

Regulamentação do Psicopedagogo




Artigo por Jakeliny Kelly Pinheiro da Fonseca Nascimento - quinta-feira, 17 de abril de 2014. Regulamentação do Psicopedagogo. A necessidade do Psicopedagogo nas instituições de Ensino e nas Clínicas vem se tornando evidente, pois este é o profissional que vai entender e trabalhar com os fenômenos de aprendizagem em seu processo educativo, social e das relações do indivíduo, onde “aprender a aprender” não é tarefa fácil, porém, não é impossível de ocorrer e esse processo pode ser facilitado através do trabalho do Psicopedagogo. Seu espaço de atuação é amplo, daí a importância da sua regulamentação. Acredita-se que esse espaço será mais fácil de ser legitimado pelo “preconceito” que existe sobre o Psicólogo, sendo menos assustador a inclusão do Psicopedagogo na família e na vida da sociedade. Apesar de a regulamentação ser importante, a preocupação maior é o reconhecimento da competência do Psicopedagogo, tendo o mesmo que se apropriar da sua posição dentro da sociedade. A regulamentação desta profissão, também é de cunho de Especialidade e não de Graduação e para tanto, este profissional deve possuir um conhecimento teórico mais sólido e profundo para se formar em Psicopedagogo, podendo assim enriquecer sua graduação anterior. Essa especialidade até agora é ofertada de maneira provada e sua legitimidade pode se garantir em um espaço de Rede Pública em Instituições do país. A Psicopedagogia possui uma história peculiar e amadurecida na cultura argentina e é isso que nos difere em sua regulamentação e áreas de atuação. O Psicopedagogo tem por primeira instância, o setor da Educação, em seguida os hospitais, estatais ou privados e empresas, estando presente onde estiverem as relações sociais e consequentemente a aprendizagem. É evidente que os profissionais mais preparados e estruturados, tendem a ter seu espaço conquistado e as suas competências notórias à sociedade. É bem verdade que o Psicopedagogo tem seu lugar claramente atuante nas instituições de ensino privadas, pois mesmo quando não se tem este profissional no seu organograma estabelecido, tem-se o coordenador ou orientador Psicopedagogo e dessa forma um profissional competente, com o olhar e a postura de escutar, mediar e encaminhar as aprendizagens em todos os níveis. Esse processo já é menos atuante na área da Saúde, porém vem sendo notado sua necessidade e nas Empresas essa atuação vem ocorrendo gradativamente na área dos Recursos Humanos. Dada a importância do Psicopedagogo, é lícito compor nessas considerações finais o desconforto que a regulamentação e regularização deste profissional vem causando na área Educacional. Fica evidenciado que as regras e papeis, bem como as relações entre família, corpo docente e discente se mostram maculadas e de como as competências delegadas ao Psicopedagogo são de extrema importância para possíveis soluções no ambiente social. Na perspectiva de contribuição qualitativa e com a investigação realizada neste estudo, espera-se ter contribuindo de uma forma positiva e exploratória para o aprofundamento de conhecimentos neste campo das Ciências Sociais.

Alerta Extraordinário: Professores de "Classe Hospitalar" serão Titulares / Concursados.



25 de junho de 2014


Hoje estive numa reunião que abordava o tema: Classe Hospitalar. Estavam presentes profissionais da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, profissionais do Centro de Apoio Pedagógico Escpecializado - CAPE e coordenadores e professores de Classe Hospitalar. O encontro foi produtivo, discutimos temas diversos sobre a didática de trabalho da Classe Hospitalar e também colocamos em pauta pontos a serem conquistados pela categoria. 
Também tivemos a informação de que futuramente os professores que atuam em Classes Hospitalares no Estado de São Paulo, serão professores titulares, ou seja, professores concursados. Atualmente esses profissionais pertencem a categoria de profissionais contratados - Categoria "O", o contrato é válido por um ano e não possui benefícios. 
Sendo assim, quem tiver o interesse em atuar nas Classes Hospitalares deverá se preparar para o Concurso de Professores do Ensino Fundamental I e II do Estado de São Paulo, que acontecerá no segundo semestre de 2014. É importante lembrar que além da formação profissional, para atuar em Classes Hospitalares o professor deverá ter o "perfil" adequado para desenvolver o seu trabalho com crianças e jovens hospitalizados em tratamento de saúde.  
Preparem-se e Boa Sorte! 
 

Divulgando: Matéria do Jornal Folha de São Paulo, sobre Classe Hospitalar. (Natália Cancian)




Longe da escola, menina aprende a ler e escrever no hospital

POR BRASIL
24/06/14  07:00

NATÁLIA CANCIAN, DE SÃO PAULO

Foram três dias de aula até que um exame revelou o diagnóstico: a pequena Lara, 6, teria que deixar temporariamente a nova escola para ser internada com urgência no Hospital Infantil Darcy Vargas, em São Paulo.

Tudo começou quando a mãe estranhou o pescoço e a barriguinha inchados e manchas nos braços da filha. Passou por consultas —no início, um médico sugeriu que ela tivesse apenas uma dor de garganta. Até que um exame trouxe o diagnóstico: leucemia.

“Não gosto nem de lembrar. Chorei muito. Ela brincava, pulava e de uma hora para outra ficou doente”, conta a manicure Juliana Roberto de Souza, 29.

Entraram no hospital em 14 de fevereiro. “Levei um susto tremendo. Ela chegou e foi direto para a UTI”, diz a mãe.

Foi lá, onde a menina ficou por 23 dias, que a mãe soube da existência de uma “escola” dentro do próprio hospital: uma chance para Lara, que havia iniciado o 1º do ensino fundamental, continuar a aprender a ler e escrever.

Sala de aula e de quimioterapia

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Raquel Cunha/Folhapress
Pr�xima
Lara, 6, diagnosticada com leucemia, tem aulas numa escola dentro do próprio hospital, o Darcy Vargas, em São Paulo

A garota começou a ter aulas ainda no quarto e, dias depois, no espaço de uma brinquedoteca. Por vezes, encontra a professora e faz exercícios de português e matemática até na quimioteca, onde recebe parte do tratamento.

iniciativa, chamada de classes hospitalares, ainda é pouco conhecida no país. Hoje, ao menos 146 hospitais têm professores e salas de aula para atender crianças em tratamento de saúde, segundo levantamento coordenado pela professora Eneida Simões da Fonseca, da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).

O número ainda é baixo, se comparado à quantidade de hospitais existentes no país —são 5.552 unidades ligadas ao SUS, segundo o Ministério da Saúde.

‘NÃO ENTENDI NADA’

Um desses hospitais com aulas é o Darcy Vargas, onde está Lara, uma figura miudinha, de sorriso aberto.

Para iniciar as aulas, a mãe foi até a escola onde estudava Lara –a escola municipal Paulo Setúbal, na zona sul. Lá, buscou livros didáticos, provas e lições de casa. A partir daí, a sala de aula de Lara mudou de lugar.

Do alfabeto, a menina passou a aprender a formar palavras.

“No início ela relutou muito, porque ela achava que não sabia nada. Ela me olhava de cara feia e falava: ‘Eu já não disse que eu não sei, você não entendeu?’”, conta Dilma de Moraes, um dos sete professores da rede estadual de SP que atendem no Darcy Vargas.

“Quando ela viu que podia aprender, aí ela se empolgou. O dia que eu não dou nada para ela, ela vem na brinquedoteca e me cobra”, diverte-se a professora.

CONTINHAS E LÁPIS

Três meses depois, Lara vive de juntar as letras e resolver “continhas”, de lápis na mão. Mas gosta mesmo é de escrever o nome dela e das pessoas da família, uma forma de amenizar a saudade por ver os irmãos só aos finais de semana —um deles tem apenas dois anos e não pode ir ao hospital.

Nas horas livres, também solta a criatividade: neste mês, criou até uma bandeira do Brasil para colocar em cima do travesseiro enquanto assiste aos jogos da Copa. “Eu que fiz”, entrega, ainda tímida.

Na última quarta-feira (11), quando a Folha estava no local, ela também se revezava entre desenhos, livros e um caderno de caligrafia. De férias, faz as lições deixadas pela professora.

“Ela aprendeu a escrever aqui. Antes, só sabia o abecedário e os números. Agora, já junta as palavras, lê e faz frases curtas. Também adora caça-palavra e matemática”, conta, orgulhosa, a mãe. “Foi fundamental porque, quando ela voltar para a escola, já vai saber tudo”, completa.

Segundo a mãe, o retorno está previsto para agosto, após o último “bloco” de quimioterapia —quando Lara é internada por alguns dias para receber a medicação. O tratamento, no entanto, deve continuar.

“Sempre ouvia falar sobre câncer, mas jamais imaginei que pudesse acontecer com a minha filha. Pensei que ela fosse reagir de outra forma, mas está lidando bem. Ela nasceu de novo. Tenho fé que vai se curar”, diz a mãe, que já se prepara para convencê-la a voltar à escola nos próximos meses. “Ela não quer, quer ter aula aqui”, ri.

Divulgando: Formação de Professores



20 de junho de 2014


Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de 1 ano de vigência deste PNE, política nacional de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos I, II e III do caput do art. 61 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, assegurado que todos os professores e as professoras da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam.

* Porcentagem de professores da Educação Básica com curso superior:

Atual (2012)

78,1 %

Meta (2015)

100 %

* Porcentagem de professores dos anos finais do Ensino Fundamental que tem licenciatura na área em que atuam:

Atual (2013)

32,8 %

Meta (2022)

100 %

 * Porcentagem de professores do Ensino Médio que tem licenciatura na área em que atuam

Atual (2013)

48,3 %

Meta (2022)

100 %

Dos 2.101.408 dos docentes que atuam na Educação Básica do país, 22% não possuem formação adequada (Censo Escolar de 2012). Nesse número se incluem professores sem nível superior ou formados em outras áreas, como engenharia ou saúde. Após 2006, prazo dado às redes públicas e privadas para cumprir a obrigatoriedade do diploma de nível superior para os docentes (LDB/1996), somente os já formados puderam participar de concursos, mas os indicadores só refletem o fato a partir de 2010. Daquele ano até 2012, o número de diplomados cresceu quase 10 pontos percentuais (68,9%, em 2010, a 78,1%, em 2012). Apesar disso, mesmo com projeções otimistas, não será possível atingir 100% em 2014, como previsto na meta. Vale ressaltar que os dados por região mostram grande disparidade entre o Norte e o Nordeste, onde há menos docentes com formação adequada, e as outras regiões do Brasil. E boa parte dos professores da Educação Infantil ainda não tem magistério nem curso superior (em 2009, eram 11%, segundo o INEP). 
Para que aconteça um ganho de qualidade na formação do professor – seja ela inicial ou continuada – é preciso que a Educação Básica entre na agenda de prioridade das universidades. Os currículos das licenciaturas pouco tratam das práticas de ensino e são distantes da realidade da escola pública.

Vídeo: Clevelend Clinic



9 de junho de 2014


Divulgando: Cursos Segundo Semestre - Instituto Superior de Educação Vera Cruz



3 de junho de 2014



Confira aqui http://ow.ly/xziyK o calendário de cursos do CEVEC para o segundo semestre de 2014. Entre os temas das atividades estão didáticas, educação no mundo contemporâneo, gestão na educação e literatura. As inscrições já estão abertas! Garanta a sua vaga.



        

Divulgando: Curso de Aperfeiçoamento "Atendimento Educacional Especializado para Alunos Surdos."




A Universidade Federal de Uberlândia/CEAD/CEPAE ainda está recebendo inscrições de professores da rede pública (e privada) de educação para a realização do Curso de Aperfeiçoamento "Atendimento Educacional Especializado para Alunos Surdos."
 
Os/as interessados/as poderão enviar-me os seguintes dados, no email: idalice@yahoo.com

Nome completo:
CPF:
Endereço completo (rua/av., número (e outras identificações), CEP, cidade, estado):
E-mail:
Telefones, fixo e celular:
Nome da Escola em que trabalha:
INEP:
Endereço completo:
Telefone:
E-mail da escola:   


Promovido pelo Ministério da Educação (ME)/SECADI/Universidade Aberta do Brasil (UAB) em parceria com o Centro de Educação a Distância (CEAD) e Centro de Ensino, Pesquisa, Extensão e Atendimento em Educação Especial (CEPAE) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), este curso tem contribuído significativamente no processo de formação continuada de professores em todo o Brasil.
As avaliações dos alunos que o fizeram, desde sua Primeira Edição, são muito positivas e reafirmam a importância da contribuição do Curso para que professores dos lugares mais distantes deste País de dimensões continentais possam ter formação para o Atendimento Educacional Especializado para Alunos Surdos.
Além de todas essas excelentes qualidades, o Curso é gratuito e totalmente oferecido na modalidade de educação a distância. Tem como suporte o ambiente virtual de aprendizagem (AVA), isto é, um conjunto de recursos de informação e comunicação disponíveis na internet e o monitoramento de tutores e professores formadores bem qualificados.
Em decorrência do êxito de sua trajetória, desde sua implantação, este Curso já está em sua Oitava Edição!  
Para realizá-lo com sucesso, vocês terão que acessar assiduamente a internet (nem que seja em web café, biblioteca municipal ou da escola ou qualquer outro lugar que a disponibilize) para fazer a leitura dos textos, participar dos fóruns de discussão, escrever diários, realizar pesquisas e outras atividades propostas.
Não percam a oportunidade de fazer este curso tão importante e bem qualificado, pois estudos demonstram que, atualmente, a quantidade de Surdos que chegam às escolas para estudar é cada vez maior. Isto pode ser um resultado visível, ainda que requeira aprimoramentos, das políticas de educação inclusiva.

Atenciosamente,
Profa. Dra. Idalice Ribeiro Silva Lima
Departamento de Filosofia e Ciências Sociais (DFICS)
Instituto de Educação, Letras, Artes, Ciências Humanas e Sociais (IELACHS)
Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)

Álbum de Fotos: Congresso Nacional Sobre o Atendimento ao Escolar em Tratamento de Saúde



30 de maio de 2014


                                             
                      (Membros Comissão Organizadora - Equipe Pedagógica Classe Hospitalar)

1 - Profa. Especialista Melina França - Mantenedora desse Blog
2 - Profa. Especialista Zilda de Fátima Prestes Bun
3 - Profa. Especialista Claudiana Ferreira dos Santos


       
                                                   (Membros Comissão Científica)

1 - Profa. Mse. Valquiria de Assis
2 - Profa. Mse. Sandra V. C. Rabaça
3 - Dra. Leá Chuster Albertoni - Presidente do Congresso
4 - Dirigente Regional de Ensino Maria Isabel Faria
5 - Profa. Dra. Yumi


       
                                                  (Membros Comissão Organizadora)

1 - Profa. Especialista Melina França 
2 - Profa. Especialista Tyara Carvalho de Oliveira



       
                                           (Membros Comissão Organizadora e Científica)

1 - Profa. Especialista Tyara Oliveira de Carvalho
2 - Profa. Mse. Valquiria de Assis



       
                                                      (Membros Comissão Científica)

1 - Dra. Lea Chuster Albertoni
2 - Profa. Dra. Eneida Simões da Fonseca


       
                                                       (Membros Comissão Científica)

1 - Profa. Dra. Maria Teresa Egler Mantoan
2 - Dra. Lea Chuster Albertoni


       
                                                    (Membros Comissão Organizadora)

1 - Profa. Valeria Garrido
2 - Profa. Especialista Melina França 


        
                                                    (Membros Comissão Organizadora)

1 - Profa. Especialista Marcia Moraes
2 - Profa. Especialista Paola Ribeiro da Silva
3 - Profa. Especialista Claudiana Ferreira dos Santos
4 - Profa. Mse. Valeria Garrido
5 - Profa. Especialista Melina França 


          
                                                (Auditório Marcos Lindenberg - UNIFESP)



          
                (Apresentação Coral das Crianças - Colégio Miguel de Cervantes e E. E. Pedro Voss)


         
        
                                        (Teatro João Caetano - Cerimônia de Abertura)

1 - Secretário de Educação do Estado de São Paulo Herman Voorwald
2 - Dra. Lea Chuster Albertoni 



          
                                         (Teatro João Caetano - Cerimônia de Abertura) 



          
(Membros Mesa-redonda: Adaptação Curricular ou Programa de Desenvolvimento Indivudual: caminhos do Indivudual ao coletivo)

1 - Profa. Mse. Sandra V. C. Rabaça
2 - Dirigente Regional de Ensino Maria Isabel Faria
3 - Diretora E. E. Pedro Voss Katia Cristina Andres
4 - Profa. Especialista Claudiana Ferreira dos Santos
5 - Profa. Especialista Melina França 















Divulgando: II Fórum do Espaço e Leitura.




“Brasileiro não gosta de ler”, diz o senso comum. O Espaço de Leitura, no entanto, questiona esta afirmação e propõe II Fórum do Espaço de Leitura: Brasileiro lê, de 2 a 5 de junho de 2014

 

Com esta questão norteadora, recolhemos pesquisas e estudos que revelam os brasileiros leitores. Segundo o Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (Inaf), em pesquisa de 2003, 65% dos entrevistados afirmam que gostam de ler para se distrair, índice alto, considerando que 60% da população brasileira não têm o segundo grau completo. Este estudo diz também que não é verdade que jovens são avessos à leitura: no grupo de 15 a 24 anos, o gosto pela leitura é mais frequente que a população mais velha.

 

Os jovens de hoje, de um modo diferente, leem mais do que os de décadas passadas. Especialistas da área argumentam que era digital traz ferramentas, como redes sociais, twitter, e-mails e sites de busca, e cria um novo canal para leitura e escrita. Por outro lado, pesquisa realizada em 2013 pelo Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), que avalia o conhecimento e a habilidade em leitura das crianças e adolescentes, aponta piora. De acordo com esta pesquisa do Pisa, grande parte destes jovens leitores não são capazes de deduzir informações do texto, de estabelecer relações entre diferentes partes do texto e não conseguem compreender nuances da linguagem.

 

Os educadores do Espaço de Leitura percebem, durante as atividades educativas, que as crianças têm um interesse quase nato pela leitura, pelos livros e suas histórias.

Quando se perde o interesse pela leitura? Há perda de interesse mesmo ou há outras leituras que passam a fazer parte da vida das pessoas?

 

Antes de atribuir a falha da formação de leitores à instituição escolar, aos professores e aos educadores, é preciso entender contextos políticos, educacionais, culturais, sociais e econômicos do País. Por estes motivos, essas questões serão discutidas no fórum com estudiosos, educadores, arte-educadores, escritores, editores e gestores públicos. Entre eles, Heloisa Prieto, José Castilho, Marisa Lajolo e Zeca Baleiro.

 

O II Fórum do Espaço de Leitura: Brasileiro lê pretende também dar visibilidade a outros projetos de incentivo à leitura com o intuito de proliferar e multiplicar ideias e iniciativas.

 

Entre os objetivos do fórum estão:

• Discutir o que é leitura.
• Divulgar ações de incentivo à leitura e refletir sobre práticas de sucesso.

• Socializar vivências e experiências de processos e avaliações de trabalhos.
• Apresentar as ações de incentivo à leitura do Espaço de Leitura.
• Promover intercâmbio pedagógico entre os participantes.
• Fomentar integração das instituições e entidades participantes e promover o contato entre educadores e profissionais.
• Ampliar a experiência profissional dos participantes do evento. 

 

O fórum será realizado no auditório Tattersal, no Parque da Água Branca, em Perdizes, São Paulo, de 2 a 5 de junho. Durante as manhãs, das 10 às 12 horas, serão oferecidas visitas educativas no Espaço de Leitura para os inscritos no fórum. Veja aqui a programação completa e os horários.

 

As inscrições para o “II Fórum do Espaço de Leitura – Brasileiro lê” estão abertas. Clique aqui para se inscrever!

 

Você atua em um projeto de incentivo à leitura e quer dividir sua experiência conosco? 

Participe do edital para apresentação de projetos durante o II Fórum do Espaço de Leitura: Brasileiro lê.

 

Indicação de Leitura: "A arte de falar da morte para crianças." (Lucelia Elizabeth Paiva)



29 de maio de 2014


                                      

No dia (28/05/2014), terceiro dia do Congresso Nacional Sobre o Atendimento ao Escolar em Tratamento de Saúde, tive a oportunidade de estar no apoio da Mesa-redonda intitulada, Luto na Prática da Classe Hospitalar: a visão da equipe. 
Palestrantes: Simone Brasil de Oliveira Iglesias - UNIFESP
                     Lucelia Elizabeth Paiva - Escritora
                     Silvia Mara H. Joppert - UNIFESP

Todas as palestras foram importantes, abordaram o tema com excelência, nos trouxeram um novo olhar em relação ao luto. Aprendemos muito e levamos esses ensinamentos para a nossa prática com as crianças e jovens hospitalizados.
Após as palestras, tive o imenso prazer de trocar "dois dedos de prosa" com a Dra. Lucelia Elizabeth Paiva, autora do livro: A arte de falar da morte para crianças. Que experiência incrível, jamais me esquecerei desse momento, porque eu a imagina distante de mim, devido a sua grandiosidade... Mas ela me mostrou o contrário, uma pessoa meiga, doce, humilde, cheia de histórias e encantos, mágicas e fantasia... ficaria por horas a conversar com ela, porém, tenho a certeza de que os nossos caminhos irão se encontrar novamente. Já era fã, agora sou seguidora... 
Iniciei a leitura do livro e em breve postarei comentários sobre o mesmo. Sei que o livro é ótimo, aborda o tema de forma leve e compreensível, que leva o leitor a uma viagem diferente e inesquecível... Boa leitura! 

Divulgando: SEE/SP já elabora instruções especiais para professor.




A Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE-SP) já iniciou o processo de elaboração das instruções especiais de seu concurso público para o preenchimento de 5.734 vagas para professores de educação básica I (PEB I), autorizado pelo governador Geraldo Alckmin em 16 de abril. De acordo com a assessoria de imprensa do órgão, a data de publicação ainda será confirmada, mas deverá ser feita no decorrer do segundo semestre.

As instruções especiais são consideradas de grande importância para quem pretende ingressar no cargo, pois já indicam o conteúdo programático e as regras da seleção, mesmo antes do órgão escolher a organizadora e publicar o edital de abertura de inscrições.

A remuneração inicial da categoria é de R$ 1.462,80, com jornada de trabalho de 30 horas semanais. Porém, em regime de dedicação plena, com jornada de 40 horas, a remuneração chega a R$ 3.413,20.  Para concorrer é necessário possuir curso normal superior com habilitação em magistério das séries iniciais do ensino fundamental, licenciatura em pedagogia com habilitação em magistério nas séries iniciais ou programa especial de formação pedagógica superior, em qualquer nomenclatura, com habilitação em magistério das  séries iniciais.

Embora a pasta tenha realizado concurso para professor PEB II em 2013, a expectativa pela realização do concurso de PEB I é grande, uma vez que, em decorrência de um processo de municipalização do ensino fundamental, a oferta de vagas para a carreira tem ocorrido com menor frequência. O último concurso para o cargo foi em 2005.

A seleção foi composta de uma prova, contando com duas partes. Na primeira, os candidatos foram submetidos a 80 questões objetivas e na segunda, 4 dissertativas.

Para a classificação final também foram considerados títulos, com limite de 10 pontos, sendo considerados : diploma ou certificado de doutorado na área de educação (6 pontos), diploma ou certificado de mestrado na área de educação (3 pontos) e comprovação de estabilidade no serviço público municipal, com 1 ponto.

27/05 - Dia das Criança e Jovens Hospitalizados




Projeto de Lei n° 14.485/2014 "Altera a lei n° 14.485, de 19 de julho de 2007, com a finalidade de incluir no Calendário Oficial de Eventos da Cidade de São Paulo o Dia das Crianças e Jovens Hospitalizados, a ser realizado no dia 27 de maio e dá outras providências." A Câmara Municipal de São Paulo DECRETA: Art. 1° Fica acrescido inciso ao art. 7° da lei n° 14.485, de 19 de julho de 2007, com a seguinte redação: _ 27 de maio: Dia das Crianças e Jovens Hospitalizados, a ser realizado anualmente, com objetivo de sensibilizar a família e a sociedade sobre os direitos da criança e do jovem hospitalizado e pensar em políticas públicas voltadas para a inclusão educacional e o desenvolvimento global. Art. 2° esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Salas das Sessões, Floriano Pezaro Vereador - PSDB

3° dia: Congresso Nacional de Atendimento Escolar Hospitalar (28/05/2014)




Terceiro e último dia do nosso Congresso. Nestes três dias vivenciamos a mágica e o encantamento de profissionais das áreas da Educação e da Saúde, unidos, entoando uma mesma canção, discutindo, aprendendo, compartilhando saberes e descobertas, ressignificando conceitos, articulando estratégias, enfim, nos deliciamos com a grandiosa oportunidade que nos foi dada. Trocamos experiências significativas a fim de promovermos uma revolução na qualidade de vida e na garantia dos direitos aos escolares em tratamento de saúde por todos os cantos do nosso imenso Brasil. Juntos vamos lutar por nossos alunos, unidos vamos ultrapassar barreiras e vencer os desafios. Sejamos resilientes e conscientes. Também quero expressar o meu real agradecimento e demonstrar a minha admiração por todos os envolvidos na construção desse evento, membros das comissões cientista e organizadora, parceiros e colaboradores, congressistas, palestrantes, todos que direta ou indiretamente abraçaram a causa e vestiram a camisa. O meu muito obrigada à todos!

2° dia: Congresso Nacional de Atendimento Escolar Hospitalar (27/05/2014)




Segundo dia de Congresso... muitos encontros e trocas de ideias. Hoje apresentei os meus trabalhos em dois momentos: Participação na Mesa-redonda com a magnífica Profa. Mse./Supervisora de Ensino Sandra Rabaçaa, a exemplar Diretora da E. E. Pedro Voss (Escola Vinculadora da Classe Hospitalar HSP) Katia Cristina Andres, a minha amiga e parceira de trabalho Profa. Especialista Claudiana Ferreira e mediando a nossa mesa, a ilustríssima Diregente Regional de Ensino (Diretoria Centro Sul) Maria Isabel Faria. Abordamos o tema "Adaptação curricular ou programa de desenvolvimento individual: caminhos do indivíduo ao coletivo". Após esse momento maravilhoso, realizei uma apresentação oral com o tema: "Avaliação matemática para alunos em tratamento de saúde.

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