Reflexão do livro: Histórico sobre a família de antigamente. (Sonia Maria Braga da Silva).



9 de março de 2013




Sabe-se que antigamente, as crianças acompanhavam os adultos em todas as suas atividades. Os pais comandavam sua educação e exerciam ao máximo sua autoridade sobre os filhos, reprimindo quase todos os seus desejos. 


Era comum ver crianças aprendendo o trabalho dos pais; estudar não era o mais importante (bem o contrário de hoje, que os pais querem que os filhos estudem muito, formem-se para depois pensar em trabalho). A partir da Idade Média, surgiu a escola que tinha a responsabilidade de educar. Algumas pessoas se especializaram na tarefa de ensinar e então, alguns locais específicos para isso, foram construídos. 


No princípio, a escola era apenas para as elites, ensinava-se a cultura da aristocracia e conteúdos religiosos. As crianças mais simples recebiam educação em seus próprios lares, principalmente, educação para o trabalho. A Revolução Industrial, as máquinas e o processo de industrialização dificultaram educar para o trabalho dentro de casa. Devido às exigências do manuseio das novas tecnologias, o ensino foi entregue as pessoas qualificadas. A família acabou perdendo uma de suas funções e por meio de várias reivindicações, a escola, que era elitizada, se estendeu a todas as camadas sociais. 
Na escola acontecia, então, todo o aprendizado formal, sendo a escrita, leitura, cálculos, etc. e também o aprendizado social, como transmissão de valores e modelos de comportamento. 



A tecnologia continuou seu avanço e aos pais cada vez ficava mais difícil acompanhar as mudanças, desse modo a escola procurou atualizar-se no sentido de informar e formar novos cidadãos.



Atualmente as crianças precisam sair de casa para aprenderem coisas variadas. São cursos de línguas estrangeiras, informática, cursos de música, instrumentos, redação, artes, esportes, e tantos outros. A criança precisa ter acesso a todo tipo de informação, ela tem que frequentar uma escola, não se admite, na sociedade de hoje, que haja crianças fora da escola. 

“Como eu vou saber da terra, quero a vida até o fundo,
se eu nunca me sujar? Quero ter barro nos pés, eu
Como eu vou saber das gentes, quero aprender o mundo!”
sem aprender a gostar? Quero ver com os meus olhos.
                                                            (Pedro Bandeira)                                               



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