Resumo: Considerações Finais



5 de março de 2013






Pode-se observar que a educação, sendo uma prática social, não pode restringir-se a ser puramente teórica, sem compromisso com a realidade local e com o mundo em que sua clientela está inserida. A orientação ao educando precisa estar voltada para estratégias que irão possibilitar a cada um deles a assumir efetivamente os valores humanos com consciência e responsabilidade para que seja agente de transformação na realidade em que está inserido.
Nota-se que a instituição escolar com toda a sua equipe possui uma grande tarefa: a de não deixar que o ambiente escolar seja meramente espectador dos problemas sociais. Assim, o pleno exercício da cidadania inclui a prática do ato educativo e requer a participação ativa e compromissada dos cidadãos.

Nesse sentido, conclui-se que uma escola de qualidade deve ser o objetivo de qualquer gestor comprometido. Portanto, esse deve perseguir os objetivos propostos, refletindo em uma efetividade social. Para tanto, a escola deve deixar explícito o que se quer, estruturar-se e programar-se o melhor possível para seus alunos, captando ao máximo os recursos que dispõe (físicos, humanos e financeiros), unindo a energia de todos os envolvidos para ser cumpridora de seus objetivos éticos e sociais. E isto só poderá realmente ser concretizado com a efetiva e administração do projeto político pedagógico.
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No momento em que escola e família conseguirem estabelecer uma parceria na maneira como irão promover a educação de seus educandos/filhos, muitos dos conflitos hoje observados em sala de aula, serão aos poucos superados. Todavia, para que isso possa acontecer é necessário que a família realmente participe da vida escolar de seus filhos. Que a família tenha comprometimento, envolvimento com a escola, gerando assim, na criança/adolescente um sentimento de amor, fazendo sentir-se amparado e valorizado como ser humano.

                          

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