1° dia: Congresso Nacional de Atendimento Escolar Hospitalar (26/05/2014)
Divulgando: 1° Congresso Nacional Sobre Atendimento Ao Escolar em tratamento de Saúde
Palestrantes Confirmados
Prof. Dr. Vitor da Fonseca – Portugal
Prof. Dr. Gérard Hermant - França
Profª. Drª. Maroia Tereza Egler Mantoan - Brasil
Prof. Dr. Fernando Lefèvre - Brasil
http://www.unifesp.br/
Valor da Inscrição até o dia 1° de maio:
Estudantes das áreas de Educação e Saúde - R$ 70,00
Profissionais das áreas de Educação e Saúde - R$ 120,00
ATENÇÃO
Os Associados das Instituições abaixo tem 10% de desconto na inscrição deste evento.
Associação Brasileira de Psicopedagogia – ABPP
Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
A Classe Hospitalar, instalada dentro dos hospitais, acompanha os estudos de cada paciente durante os períodos de internação, garantindo sua educação e deixando-os aptos a seguir seu desenvolvimento como as demais pessoas, com uma formação digna e capacitada para exercer em sua vida adulta qualquer tipo de função ou profissão. É um trabalho que estimula e valoriza o paciente e os mantem inseridos na Sociedade.
A UNIFESP informa:
Durante o Congresso será assinado o 1° Convênio Brasileiro entre a Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP e a ISRP - Institut Supérieur de Reéducation Psychomotrice para intercâmbio de conhecimentos entre as equipes das duas instituições.
Divulgando: Carta ao Congressista participante do 1º Congresso Nacional sobre o Atendimento ao Escolar em Tratamento de Saúde; 8º Encontro Nacional de Atendimento Escolar Hospitalar; 1º Simpósio Internacional de Psicomotricidade com Escolares em Hospitais e Ambulatórios
Fazemos questão que sua participação no evento seja a melhor possível e pedimos, desde já, sua compreensão por eventuais problemas. De toda forma, haverá uma equipe de apoio composta por estudantes identificados com coletes vermelhos e verdes, oferecendo ajuda no que for necessário.
Esclarecemos que cada teatro será representado por uma cor. A equipe de apoio irá conduzir para o teatro de sua escolha 15 minutos antes de cada apresentação, seja ela conferência, mesa-redonda ou oficina.
Para que você possa se planejar, enviamos a programação geral prevista até esta data. Naturalmente que um evento desta natureza poderá exigir alguns ajustes, assim, verifique no ato do credenciamento as possíveis alterações.
É importante salientar que no dia 26/05/14 (segunda-feira) a partir das 7:30 horas, no Espaço Cultural e Secretaria do Evento (Rua Botucatu, nº862), você poderá se credenciar e receber todo o material.
A abertura oficial será às 9:30 h no Teatro João Caetano localizado na Rua Borges Lagoa, nº 650, com capacidade de 430 lugares. Devido às atividades previstas não será permitido que o público ocupe as laterais do teatro. Entretanto, haverá transmissão simultânea para os teatros Marcos Lindenberg sito à Rua Botucatu, nº 862 com capacidade de 380 lugares e Boris Casoy sito à Rua Botucatu, nº 821 com capacidade de 180 lugares.
Seja bem-vindo(a)!
Atenciosamente
Comissão Organizadora
OBS: A minha participação no Congresso será:
1 - Equipe Comissão Organizadora;
2 - Apresentação Modalidade / Mesa-redonda: Adaptação curricular ao programa de desenvolvimento individual:caminhos do individual ao coletivo;
3 - Apresentação Modalidade / Oral: Avaliação Matemática para alunos em tratamento de saúde.
Feliz dia do Pedagogo!
Ser Pedagogo...
Ser Pedagogo não é apenas ser Professora, Mestre, Tia, Coordenadora, Supervisora, Orientadora, Dona de escola.
É mais do que isso
É ser Responsável.
Ser Pedagogo é ter coragem de enfrentar uma sociedade deturpada, equivocada sem valores morais nem princípios.
Ser Pedagogo é ser valente, pois sabemos das dificuldades que temos em nossa profissão em nosso dia a dia.
Ser Pedagogo é saber conhecer seu caminho, sua meta, e saber atingir seus objetivos.
Ser Pedagogo é saber lidar com o diferente, sem preconceitos, sem distinção de cor, raça, sexo ou religião.
Ser Pedagogo é ter uma responsabilidade muito grande
nas mãos.
Talvez até mesmo o futuro...
Nas mãos de um Pedagogo concentra- se o futuro de muitos médicos, dentistas, farmacêuticos, engenheiros, advogados, jornalistas, publicitários ou qualquer outra profissão...
Ser Pedagogo é ser responsável pela vida, pelo caminho de cada um destes profissionais que hoje na faculdade e na sociedade nem se quer lembram que um dia passaram pelas mãos de um Pedagogo.
Ser Pedagogo é ser mais que profissional, é ser alguém que acredita na sociedade, no mundo, na vida.
Ser Pedagogo não é fácil, requer dedicação, confiança e perseverança.
Hoje em dia ser Pedagogo em uma sociedade tão competitiva e consumista
não torna-se uma profissão muito atraente, e realmente não é.
Pois os valores, as crenças, os princípios, os desejos estão aquém do intelecto humano.
Hoje a sociedade globalizada está muito voltada para a vida materialista.
As pessoas perderam- se no caminho da dignidade e optaram pelo atalho da competitividade,
é triste pensar assim, muito triste
pois este é o mundo dos nossos filhos
crianças que irão crescer e tornar- se adultos.
Adultos em um mundo muito poluído de idéias e sentimentos sem razão.
Adultos que não sabem o que realmente são
Alienados, com interesses voltados apenas pelo Ter e não pelo Ser.
Ser Pedagogo é ter a missão de mudar não uma Educação retorcida, mas ser capaz de transformar a sociedade que ainda está por vir.
Pode ser ideologia pensar assim, mas como Pedagogos temos a capacidade de plantar hoje
nesta sociedade tão carente de valores, sementes que um dia irão florescer.
E quem sabe essa mesma sociedade que hoje é tão infértil possa colher os frutos que só a Pedagogia pode dar.
(Vanessa B. De Carvalho)
Personagens "Carequinhas" em homenagem à crianças com câncer!
Boas Notícias: Classe Hospitalar em Belo Horizonte
PUBLICADO EM 15/05/14 - LAURA ZSCHABER
A Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte vai contratar professores para dar aulas a crianças que não podem frequentar a escola por estarem internadas ou porque precisam realizar tratamento de saúde. O programa Atendimento Educacional Hospitalar (AEH) teve seu edital publicado no “Diário Oficial do Município” (DOM), anteontem, e a seleção já está sendo feita pela própria pasta.
Segundo a coordenadora do programa, Maria Geralda Costa, a iniciativa é pioneira no Estado. “É fundamental garantir o atendimento dessas crianças, que, por causa de problemas de saúde, acabam perdendo o vínculo com a escola e tendo seu aproveitamento prejudicado. Se a criança não está presente, a escola está presente no ambiente em que ela está”, explicou.
Três hospitais já estão cotados para realizar uma parceria com a prefeitura, mas os nomes não foram divulgados. Segundo Maria Geralda, devem ser disponibilizados dois professores para cada unidade, mas o número depende da listagem dos pacientes. “Estamos passando pelo processo de seleção, e depois vai haver uma capacitação dos profissionais. A previsão é que, em julho, os professores comecem a ser chamados”.
O docente responsável receberá orientações do hospital sobre os casos de cada paciente e também sobre a rotina da instituição. A princípio, a faixa etária atendida será de 6 a 12 anos, na qual estão alunos em processo de alfabetização e que ficam mais prejudicados com o afastamento da escola, segundo a coordenadora.
Atividades. As aulas serão definidas seguindo o cronograma que o aluno estava aprendendo na escola antes de ser internado. Todo o conteúdo será ministrado pelos professores dentro do próprio hospital, em espaços chamados de “Classes Hospitalares”. O atendimento pode ser feito em grupos de alunos ou, em alguns casos especiais, separadamente.
“Infelizmente, algumas crianças não podem receber muitas visitas ou ter contato com grandes aglomerações. Nesses casos, as aulas serão realizadas nos próprios leitos”, disse a coordenadora do programa Atendimento Educacional Hospitalar.
Os alunos ainda serão avaliados pelos professores em todas as atividades distribuídas nos hospitais, inclusive com provas.
Como vai funcionar
Inscrições. Os professores interessados devem fazer as inscrições até o dia 13 de junho na sede da Secretaria Municipal de Educação, localizada na rua Carangola, 288, sala 721, no bairro Santo Antônio.
Seleção. Em seguida, os profissionais serão selecionados e depois convocados e disponibilizados para as unidades hospitalares.
Cadastramento. Os hospitais conveniados passarão uma lista de crianças que precisam do atendimento para a coordenação do programa Atendimento Educacional Hospitalar. Após a convocação, os professores receberão os dados das crianças atendidas.
Histórico. As escolas dos pacientes deverão ser procuradas pelos professores recrutados para que um levantamento da vida escolar de cada aluno seja feito. Com ele, os docentes farão um planejamento dos conteúdos das aulas. O atendimento é gratuito e oferecido a crianças que estejam internadas há pelo menos três dias nos hospitais.
Outros Estados
Serviço. O projeto Atendimento Educacional Hospitalar é uma novidade em Belo Horizonte, mas já existe em Estados como Espírito Santo, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.
Divulgando: Concurso Professores - SME/SP
O edital do concurso para o preenchimento de 3.514 vagas para professores de educação infantil e ensino fundamental I da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo (SME-SP) deve ser publicado no próximo dia 24. A informação foi dada pelo próprio secretário Cesar Gallegari nesta sexta-feira, dia 9, em entrevista coletiva na sede da Prefeitura de São Paulo, quando, juntamente com o prefeito Fernando Haddad, anunciou aumento salarial para a categoria.
De acordo com o secretário, as inscrições deverão ser recebidas a partir do próximo dia 26, com atendimento até 12 de junho.
De acordo com o reajuste anunciado na coletiva, a remuneração inicial para professores de nível superior, com jornada de trabalho de 40 horas semanais, passará de R$ 2.600 a R$ 3.000. Além disso, como benefícios, os aprovados no concurso receberão auxílio refeição de R$ 296,12 (sendo R$ 13,46 por dia ), auxílio-transporte de R$ 148,90, vale-alimentação de R$ 257,12 e abono complementar de R$ 235,09. Para quem trabalha em pré-escolas e EMEFs, os benefícios são auxílio-refeição de R$ 296,12 e abono complementar de R$ 176,30. Ainda segundo o secretário, no final de carreira, um professor com 25 anos de docência, passará a receber R$ 8.800, já considerando quinquênios e a sexta-parte. Ele afirma que o reajuste passa a contar a partir de 1º de maio
A prefeitura também conta com um prêmio de desempenho educacional de R$ 2.400, concedido anualmente, e gratificação de difícil acesso para escolas de algumas regiões.
Para concorrer é necessário possuir ensino médio com formação para o magistério, licenciatura plena em pedagogia ou curso normal superior.
Assim que iniciadas, as inscrições poderão ser feitas somente pela internet, na página eletrônica da organizadora, que será o Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), que é www.ibfc.org.br. A taxa será de R$ 55,00.
De acordo com o secretário, a aplicação das provas ocorrerá em julho. Porém, a data específica ainda será confirmada, em conjunto com a organizadora.
“Um bom concurso para professores também é um estímulo para a preparação do profissional. O edital abrangerá uma série de conteúdos e leituras para que a preparação seja significativa e influencie na qualidade do ensino. Irei acompanhar a definição do conteúdo pessoalmente e posso adiantar que haverá avanços”, disse o secretário, na ocasião. Sobre as mudanças, Gallegari informou que os candidatos já podem estudar o Pacto Nacional de Alfabetização pela Idade Certa.
Fonte - JCConcursos.
Convocação: 8° Encontro Nacional de Atendimento Escolar Hospitalar
Texto: Contra o racismo nada de bananas, nada de macacos, por favor! (Douglas Belchior)
À esquerda, foto de Neymar em apoio a Daniel Alves; À direita foto de Ota Benga, Zoológico do Bronx, Nova York, em 1906.
Por Douglas Belchior
A foto da esquerda todo mundo viu. É o craque Neymar com seu filho no colo e duas bananas, em apoio a Daniel Alves e em repulsa ao racismo no mundo do futebol.
Já a foto à direita, é do pigmeu Ota Benga, que ficou em exibição junto a macacos no zoológico do Bronx, Nova York, em 1906. Ota foi levado do Congo para Nova York e sua exibição em um zoológico americano serviu como um exemplo do que os cientistas da época proclamaram ser uma raça evolucionária inferior ao ser humano. A história de Ota serviu para inflamar crenças sobre a supremacia racial ariana defendida por Hitler. Sua história é contada no documentário “The Human Zoo”.
A comparação entre negros e macacos é racista em sua essência. No entanto muitos não compreendem a gravidade da utilização da figura do macaco como uma ofensa, um insulto aos negros.
Encontrei essa forte história num artigo sensacional que li dia desses, e que também trazia reflexões de James Bradley, professor de História da Medicina na Universidade de Melbourne, na Austrália. Ele escreveu um texto com o título “O macaco como insulto: uma curta história de uma ideia racista”. Termina o artigo dizendo que “O sistema educacional não faz o suficiente para nos educar sobre a ciência ou a história do ser humano, porque se o fizesse, nós viveríamos o desaparecimento do uso do macaco como insulto.”
Não, querido Neymar. Não somos todos macacos. Ao menos não para efeito de fazer uso dessa expressão ou ideia como ferramenta de combate ao racismo.
Mas é bom separar: Uma coisa é a reação de Daniel Alves ao comer a banana jogada ao campo, num evidente e corriqueiro ato racista por parte da torcida; outra coisa é a campanha de apoio a Daniel e de denúncia ao racismo, promovida por Neymar.
No Brasil, a maioria dos jogadores de futebol advém de camadas mais pobres. Embora isso esteja mudando – porque o futebol mudou, ainda é assim. Dentre esses, a maioria dos que atingem grande sucesso são negros. Por buscarem o sonho de vencer na carreira desde cedo, pouco estudam. Os “fora de série” são descobertos cada vez mais cedo e depois de alçados à condição de estrelas vivem um mundo à parte, numa bolha. Poucos foram ou são aqueles que conseguem combinar genialidade esportiva e alguma coisa na cabeça. E quando o assunto é racismo, a tendência é piorar.
E Daniel comeu a banana! Ironia? Forma de protesto? Inteligência? Ora, ele mesmo respondeu na entrevista seguida ao jogo:
“Tem que ser assim! Não vamos mudar. Há 11 anos convivo com a mesma coisa na Espanha. Temos que rir desses retardados.”
É uma postura. Não há o que interpretar. Ele elaborou uma reação objetiva ao racismo: Vamos ignorar e rir!
Há um provérbio africano que diz: “Cada um vê o sol do meio dia a partir da janela de sua casa”. Do lugar de onde Daniel fala, do estrelato esportivo, dos ganhos milionários, da vida feita na Europa, da titularidade na seleção brasileira de futebol, para ele, isso é o melhor – e mais confortável, a se fazer: ignorar e rir. Vamos fazer piada! Vamos olhar para esses idiotas racistas e dizer: sou rico, seu babaca! Sou famoso! Tenho 5 Ferraris, idiota! Pode jogar bananas à vontade!
O racismo os incomoda. E os atinge. Mas de que maneira? Afinal, são ricos! E há quem diga que “enriqueceu, tá resolvido” ou que “problema é de classe”! O elemento econômico suaviza o efeito do racismo, mas não o anula. Nesse sentido, os racistas e as bananas prestam um serviço: Lembram a esses meninos que eles são negros e que o dinheiro e a fama não os tornam brancos!
Daniel Alves, Neymar, Dante, Balotelli e outros tantos jogadores de alto nível e salários pouca chance terão de ser confundidos com um assaltante e de ficar presos alguns dias como no caso do ator Vinícius; pouco provavelmente serão desaparecidos, depois de torturados e mortos, como foi Amarildo; nada indica que possam ter seus corpos arrastados por um carro da polícia como foi Cláudia ou ainda, não terão que correr da polícia e acabar sem vida com seus corpos jogados em uma creche qualquer. Apesar das bananas, dificilmente serão tratados como animais, ao buscarem vida digna como refugiados em algum país cordial, de franca democracia racial, assim como as centenas de Haitianos o fazem no Acre e em São Paulo.
O racismo não os atinge dessa maneira. Mas os atinge. E sua reação é proporcional. Cabe a nós dizer que sua reação não nos serve! Não será possível para nós, negras e negros brasileiros e de todo o mundo, que não tivemos o talento (ou sorte?) para o estrelato, comer a banana de dinamite, ou chupar as balas dos fuzis, ou descascar a bainha das facas. Cabe a nós parafrasear Daniel, na invertida: “Não tem que ser assim! Nós precisamos mudar! Convivemos há 500 anos com a mesma coisa no Brasil. Temos que acabar com esses racistas retardados, especialmente os de farda e gravata”.
Quanto a Neymar, ele é bom de bola. E como quase todo gênio da bola, superacumula inteligência na ponta dos pés. Pousa com seu filho louro, sem saber que por ser louro, mesmo que se pendure num cacho de bananas, jamais será chamado de macaco. A ofensa, nesse caso, não fará sentido. Mas pensemos: sua maneira de rechaçar o racismo foi uma jogada de marketing ou apenas boa vontade? Seja o que for, não nos serve.
Sou negro, nascido em um país onde a violência e a pobreza são pressupostos para a vida da maior parte da população, que é negra. Querido Neymar – mas não: Luciano Hulk, Angélica, Reinaldo Azevedo, Aécio Neves, Dilma Rousseff, artistas e a imprensa que, de maneira geral, exaltou o “devorar da banana” e agora compartilham fotos empunhando a saborosa fruta, neste país, assim como em todo o mundo, a comparação de uma pessoa negra a um macaco é algo culturalmente ofensivo.
Eu como negro, não admito. Banana não é arma e tampouco serve como símbolo de luta contra o racismo. Ao contrário, o reafirma na medida em que relaciona o alvo a um macaco e principalmente na medida em que simplifica, desqualifica e pior, humoriza o debate sobre racismo no Brasil e no mundo.
O racismo é algo muito sério. Vivemos no Brasil uma escalada assombrosa da violência racista. Esse tipo de postura e reação despolitizadas e alienantes de esportistas, artistas, formadores de opinião e governantes tem um objetivo certo: escamotear seu real significado do racismo que gera desde bananas em campo de futebol até o genocídio negro que continua em todo o mundo.
Eu adoro banana. Aqui em casa nunca falta. E acho os macacos bichos incríveis, inteligentes e fortes. Adoro o filme Planeta dos Macacos e sempre que assisto, especialmente o primeiro, imagino o quanto os seres humanos merecem castigo parecido. Viemos deles e a história da evolução da espécie é linda. Mas se é para associar a origens, por que não dizer que #SomosTodosNegros ? Porque não dizer #SomosTodosDeÁfrica ? Porque não lembrar que é de África que viemos, todos e de todas as cores? E que por isso o racismo, em todas as suas formas, é uma estupidez incompatível com a própria evolução humana? E, se somos, por que nos tratamos assim?
Mas não. E seguem vocês, “olhando pra cá, curiosos, é lógico. Não, não é não, não é o zoológico”.
Portanto, nada de bananas, nada de macacos, por favor!
Atendimento Pedagógico - Contextos Integrados
Características importantes para o Pedagogo Hospitalar.
Texto: Para começo de conversa (Prof° Viviane Maito)
Aprendizagem no Hospital (Pedagogia Hospitalar é coisa séria)
A importância do compromisso com a aprendizagem nos programas de escolarização hospitalar.
Legislação Classe Hospitalar: Estado de São Paulo (Deputado Milton Flávio)
Segue link: http://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei/2000/lei-10685-30.11.2000.html
Artigo 1.º - É assegurado á criança e ao adolescente internados para tratamento de saúde por tempo indeterminado, o acompanhamento educacional durante o período de internação.
Artigo 2.º - O acompanhamento educacional se destina a criança e ao adolescente em idade escolar, regularmente matriculado em estabelecimento de ensino fundamental, de acordo com a faixa etária e o nível de escolaridade.
Artigo 4.º - A periodicidade e a duração do acompanhamento educacional serão realizadas de acordo com os critérios a serem fixados pelo estabelecimento de saúde, consideradas as necessidades, possibilidades e condições do paciente, na forma a ser estabelecida pelos profissionais responsáveis pelo tratamento.
Artigo 5.º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Vídeo: O Teste do Marshmallow
Este vídeo nos faz refletir sobre a maturidade cognitiva das crianças.
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